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 Depois da abrilada, que infelizmente veio matar e cercear o que de bom era vivido em Portugal. No grito de exterminar tudo o que de errado e injusto era vivido então em Portugal. Mas pelos vistos, depois de tanto destruído, nem capacidade teve a abrilada, para acompanhar o natural crescimento do tempo. Tem-se vindo sim a assistir a um dantesco espetáculo difundido por diversos sectores partidários. Assim como, por diversas personalidades da actual elite rabiscada sabe-se lá aonde. Numa autêntica farsa teatral. Aonde em representação dantesca, se unem maquiavélicos esforços, numa tentativa de camuflar, denegrir e apagar a heroica história portuguesa. Os feitos, que nos fizeram grandes. Toda esta fraudulenta encenação tem por princípio elevar à ribalta. As atuais ditas personalidades que só nos têm endividado e dividido. Aonde resta Portugal?

Se queremos um Portugal livre e vivo. A honrar os mortos que nos fizeram grandes. E a dar vida aos vivos. Não podemos autorizar que se calunie Portugal. A verdade da Portugalidade.

Tudo no universo. Tudo na vida. Vive do passado. Das suas raízes. As pessoas as nações. Vivem do passado. De referências fundamentadas tanto do bom, como do mau. Tudo são ensinamentos, quando vividos e ditos com verdade. E quando a melhor provir, devidamente divulgados e ensinados. E em sentido Pátrio, nas populações bem enraizados, devem motivar à construção de um melhor provir.

Mas quando, para servir interesses pessoais, políticos ou partidários se desvirtua sem razão fundamentada, da noite para o dia. Tudo o que antes era verdade, importante e sagrado. Quando os valores Pátrios são preteridos para eleger, condecorar e ovacionar quem não defendeu o todo da Pátria. Quando se permite guindar aos mais altos cargos da nação pessoas sem feitos conhecidos à Pátria. Personagens que só vieram a criar a desgraça em que Portugal vive actualmente. É natural, que as referências se percam. Quando se enaltece quem não apresenta feitos. Quem nunca defendeu a Pátria. Até pelo contrário, a ajudou a vender. E fez tudo para a transformar no inicial rectângulo de 90.000 Km2. Depois de tanto heroísmo e tanto mar navegado.

Quando se aceita na Pátria. Quem no intuito de se guindar a cargos administrativos da nação. A andou a denegrir. Assim como a caluniar todos aqueles que a defenderam. E pela Pátria sempre lutaram. Algo vai mal nas chefias que comandam os desígnios Pátrios. Algo vai mal na forma de ser Português.

Grito do inferno.

Grito do inferno

A findar sem governo.

Sem quem mantenha o valimento.

O nacional alento.

De quem trabalhou ao erigido.

Ao heroicamente erguido!

Por quem por Deus foi ungido.

De quem sempre honrou a bandeira.

E defendeu a nacional fronteira.

Universais Castelos. Ontem ao mundo erguidos.

Mas neste grito perdidos.

Nevoeiros de tempos amargos.

Sem Naus! Mas pejado de náufragos!

Meu Deus! Mas que tormenta!

Portugal enfrenta.

O governo, tudo açambarca e corta.

E no grito! A solidariedade resta morta!

Na força desta politicagem

De infernal viagem.

Que como maldita miragem.

Espelha a sua voraz política imagem.

Por entre os pacóvios pagantes.

Que envergonhados e delirantes.

Afundados em tanto azar.

Vão chorando por Salazar.

Ao verem que foram enganados.

Por quem lhes prometia eldorados.

Antes de ao cadeirão administrativo, serem guindados.

Meu Deus! Neste infernal grito! Quantos amargurados?

                                            Agora de joelhos imploram apavorados.

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